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Informações de Saúde 

Segue abaixo algumas informações, precauções e formas de evitar alguns tipos de doenças.


 Informações sobre o coronavírus (COVID-19) 

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Nota importante
A pandemia pelo novo Coronavírus é a mais grave situação de saúde pública dos últimos 100 anos. O vírus é altamente contagioso e se espalha com facilidade.

Muitos sistemas de saúde do mundo, públicos ou privados, não têm recursos técnicos nem humanos para dar conta de um aumento grande e súbito do número de pacientes precisando de internação hospitalar.

Um sistema de saúde em rotura é incapaz de atender não só os casos de covid-19, mas também qualquer outro tipo de doença. Pessoas com doenças tratáveis, inclusive jovens, podem morrer por falta de atendimento médico.

Na Itália, centros cirúrgicos foram transformados em CTI para poder atender a imensa demanda de pacientes críticos. Pessoas precisando de cirurgia não estão tendo onde operar em alguns hospitais. Em Nova Iorque, cidade mais rica do mundo, o sistema hospitalar rapidamente entrou em colapso e hoje a cidade sozinha tem mais casos de covid-19 que qualquer outro país do mundo.

Portanto, fique em casa com sua família, mesmo que você não seja grupo de risco. Libere os seus empregados para que eles também possam ficar em casa. Só saia para comprar comida e remédio. Fique a pelo menos 1.5 metro de distância de qualquer pessoa.

A taxa de transmissão precisa ser freada a todo custo. Você vive em sociedade. Se a sociedade entrar em colapso, você sofrerá junto.

A única forma de parar o vírus que se mostrou eficaz até o momento é o lockdown (todo mundo em casa, tudo fechado e apenas serviços imprescindíveis funcionando) e a testagem massiva da população.

Se o vírus SARS-CoV-2 não for travado, ele pode infectar de 60 a 70% da população. A taxa de mortalidade é de 3 a 4% dos casos notificados, mas pode chegar a mais de 10% em países com sistema de saúde em colapso.

Em um país de 200 milhões de habitantes como o Brasil, o colapso do sistema de saúde em vários estados ao mesmo tempo pode significar a morte de centenas de milhares de pessoas, estejam elas com Covid ou com qualquer outra doença mais grave que não será tratada adequadamente por falta de vagas, materiais e profissionais.

Fique em casa o máximo possível. Distanciamento social é a única medida que funciona no momento.

O que é o Coronavírus?
Os coronavírus (CoV) são uma grande família de vírus conhecidos desde os anos 1960, que podem infectar humanos e outros animais.

Os coronavírus humanos são comuns em todo o mundo. Eles geralmente causam doenças respiratórias de intensidade leve a moderada. Estima-se que até 10% dos casos de resfriados comuns sejam provocados por esse tipo de vírus. Portanto, é bem possível que você já tenha tido pelo menos uma virose por algum coronavírus e nem saiba.

Alguns sorotipos, porém, são mais virulentos e podem provocar infecção pulmonar grave, com risco de morte. Nos últimos 10 anos, surtos de estirpes mais agressivas no Oriente médio e no sudeste asiático provocaram centenas de mortes, a maioria delas por pneumonia grave.

O surto mais recente surgiu no final de 2019 na cidade de Wuhan, China. Essa nova cepa já infectou milhares de pessoas e chegou a mais de 100 países.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a doença chama-se Covid-19 e o vírus responsável por ela chama-se SARS-CoV-2.

Inicialmente chamado de 2019-nCoV, o nome do vírus foi alterado para SARS-CoV-2 com base em sua relação genética com o SARS-CoV original que causou o surto da doença em 2002-2003.

Número de casos de Coronavírus no Brasil
* Os dados brasileiros não me parecem confiáveis, pois há poucos testes sendo feitos, com clara subnotificação dos casos, e mortes por insuficiência respiratória sem diagnóstico definido. No último relatório publicado, o Brasil havia feito testes em apenas 0,1% da população, o que é muito abaixo dos 1,2% dos EUA, 2,0% da Alemanha, 2,3% de Portugal e 2,5% da Suíça. Tipos Alguns coronavírus foram identificados já há muitos anos enquanto outros foram reconhecidos apenas recentemente, como são os casos do coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV) em 2012 e o coronavírus da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV) em 2003, que surgiu no sudeste asiático. Os coronavírus infectam mamíferos e aves. Existem diversas cepas diferentes, sendo os morcegos os animais que abrigam o maior número de variantes do vírus. Nos humanos há pelo menos 7 sorotipos de coronavírus que nos provocam doença:
  • HCoV-229E.
  • HCoV-NL63.
  • HCoV-OC43.
  • HCoV-HKU1.
  • MERS-CoV.
  • SARS-CoV.
  • SARS-CoV-2 (anteriormente 2019-nCoV).


Transmissão
Os coronavírus humanos geralmente se espalham de uma pessoa infectada para outras através de:
  • Transmissão pelo ar, quando um paciente infectado tosse ou espirra.
  • Contato pessoal próximo, como tocar ou apertar as mãos de alguém infectado.
  • Tocar em um objeto ou superfície que tenha sido contaminado com o vírus e em seguida levar a mão à boca, nariz ou olhos.
  • Raramente, contaminação por contato com fezes do paciente.

  • Habitualmente, as infecções pelo coronavírus humanos ocorrem nos meses de outono e inverno.

    A maioria das pessoas é infectada com um ou mais dos coronavírus humanos comuns durante a vida, principalmente durante a infância.

    Creches e asilos para idosos são estabelecimentos que frequentemente abrigam surtos de resfriado por coronavírus.

    Surtos nos anos 2000
    Alguns tipos de coronavírus são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidos de animais para seres humanos.

    O surto de MERS-CoV começou no Oriente Médio após o vírus “saltar” de camelos para humanos. Já o SARS-CoV na China provavelmente surgiu após a transmissão de morcegos para humanos.

    Quando o coronavírus “pula” de uma espécie de animal para nós humanos, os surtos costumam ser mais graves, pois são vírus completamente novos para o nosso sistema imunológico. A imensa maioria das pessoas não tem grau nenhum de imunidade e aquelas mais debilitadas acabam desenvolvendo infecção severa.

    Novo coronavírus de 2019 (SARS-CoV-2)
    Ainda não sabemos exatamente como surgiu esse novo sorotipo de Wuhan, mas as investigações epidemiológicas apontam um mercado de frutos do mar, onde a maioria dos pacientes havia trabalhado ou visitado, como a origem desse novo surto. Esse mercado também vendia carnes processadas e animais para consumo vivos, incluindo aves, burros, ovelhas, porcos, camelos, raposas, texugos, ouriços e répteis.

    Nos primeiros casos identificados desse novo surto, a maioria dos pacientes referia algum vínculo com o mercado de frutos do mar e outros animais, sugerindo que disseminação inicial tenha partido de animais para pessoas.

    Conforme a quantidade de pessoas contaminadas pelo vírus foi crescendo, verificou-se um número cada vez maior de pessoas que negavam qualquer contato com o mercado ou com outros animais, sugerindo que a virose estava agora se perpetuando através da transmissão direta de uma pessoa para outra.

    Na segunda quinzena de janeiro de 2020, o governo chinês anunciou que foi confirmada a transmissão de uma pessoa para outra desse novo sorotipo. As estimativas atuais sugerem que cada pessoa infectada tem transmitido o vírus para mais 2 ou 3.

    Não sabemos ainda quanto tempo o SARS-CoV-2 sobrevive no ambiente, mas estudos inicias mostram que ele permanece viável para transmissão por até 4 a 5 dias em materiais como madeira, alumínio, plástico, papel e vidro. Em locais quentes e com direta exposição solar a resistência do vírus é bem menor.

    Esse tempo de sobrevida no ambiente torna a propagação da infecção através de produtos importados da China muito pouco provável, pois o tempo que o material leva para chegar ao seu destino costuma ser bem maior que a capacidade de sobrevida do vírus.

    Alguns estudos mostram que a taxa de transmissão é menor em países de clima quente e úmido. Porém, o clima por si só não é capaz de impedir a epidemia.

    Sintomas
    Coronavírus em geral
    Na maioria dos casos, as infecções pelo coronavírus provoca quadros respiratórios leves. O período de incubação varia de 2 a 14 dias.

    Os coronavírus humanos comuns, incluindo os tipos 229E, NL63, OC43 e HKU1, geralmente causam doenças leves a moderadas do trato respiratório superior, como o resfriado comum .

    Os resfriados pelo coronavírus têm curta duração e curam-se espontaneamente. Os sintomas mais comuns incluem:
    • Coriza.
    • Dor de cabeça.
    • Tosse.
    • Dor de garganta.
    • Febre.
    • Mal-estar.
    • Otite média (mais comum em crianças).


    Eventualmente, os coronavírus humanos podem causar doenças do trato respiratório inferior, como pneumonia ou bronquite. Nos sorotipos listados acima, essas complicações são incomuns e só costumam acontecer em pessoas mais debilitadas, com doença cardiopulmonar, com sistema imunológico enfraquecido, em bebês ou idosos.

    MERS-CoV e SARS-CoV
    Sabe-se que outros dois coronavírus humanos, MERS-CoV e SARS-CoV, frequentemente provocam sintomas graves.

    Os sintomas da MERS-CoV geralmente incluem febre, tosse e falta de ar. A doença frequentemente progride para pneumonia. Cerca de 30 a 40% dos pacientes diagnosticados com a síndrome respiratória do Oriente Médio acabam falecendo.

    Os sintomas da infecção pelo SARS-CoV geralmente incluem febre, calafrios, tosse e dores no corpo. O quadro também costuma evoluir pneumonia. A mortalidade da síndrome respiratória aguda grave pelo coronavírus costuma ser de 9 a 12%.

    Covid-19 (novo coronavírus)
    O espectro clínico do SARS-CoV-2 varia desde um quadro leve, semelhante aos resfriados provocados por outros tipos de Coronavírus, até pneumonia grave com insuficiência respiratória e choque séptico. Já existem relatos também de pacientes infectados com SARS-CoV-2 sem sintoma algum de doença.

    O período de incubação médio é de 4 a 5 dias. Após cerca de 8 dias de doença, a maioria dos pacientes deixa de ser contagioso.

    Entre os pacientes que desenvolvem sintomas, febre, tosse e falta de ar são os mais comuns. A febre, porém, pode não estar presente em alguns pacientes, como bebês, idosos, imunossuprimidos ou pessoas que tomam regularmente medicamentos que podem mascarar a febre, como anti-inflamatórios ou analgésicos comuns.

    Embora não reconhecido inicialmente, distúrbios do olfato e do paladar, como anosmia (perda do olfato) e disgeusia (diminuição do paladar), têm sido frequentemente relatados como sintomas comuns da Covid-19, podendo ocorrer em até 1/3 dos pacientes.

    Em um estudo com 138 pacientes hospitalizados com pneumonia por Covid-19 em Wuhan, as características clínicas mais comuns no início da doença foram:
    • Febre em 99%.
    • Fadiga em 70%.
    • Tosse seca em 59%.
    • Anorexia (perda de apetite) em 40%.
    • Mialgias (dor muscular) em 35%.
    • Dispneia (falta de ar) em 31%.
    • Tosse com escarro em 27%.

    Em outro estudo na China, considerado o maior sobre o SARS-CoV-2 até o momento, pesquisadores do Centro Chinês de Controle e Proteção de Doenças analisaram 44.672 casos confirmados na China entre 31 de dezembro de 2019 e 11 de fevereiro de 2020. Desses casos, 80,9% (ou 36.160 casos) foram considerados leves, 13,8% (6.168 casos) graves e 4,7% (2.087) críticos. Casos críticos foram aqueles que exibiram insuficiência respiratória, choque séptico ou falência de múltiplos órgãos.

    Mortalidade
    A atual taxa de mortalidade está ao redor de 3 a 4%, bem mais baixa que as taxas dos surtos recentes dos Coronavírus MERS e SARS. O problema é o elevado número de pessoas contaminadas, o que torna alto o número absoluto de mortos (cada 100 mil pessoas sabidamente infectadas resultam em pelo menos 3 a 4 mil mortes).

    Os pacientes graves também demoram muito a se recuperar e acabam ocupando vagas de CTI por várias semanas. Se não houver isolamento social adequado, o número de novos infectados precisando de CTI acaba por ultrapassar facilmente o número de infectados que recebem alta e liberam a cama para novos pacientes.

    O tempo médio de recuperação é de 2 semanas para os casos leves e de 3 a 6 semanas para os casos mais graves.

    É por conta desse colapso dos sistemas que a taxa de mortalidade da covid-19 por ultrapassar os 10% em determinadas regiões.

    Em situações normais, a atual taxa de mortalidade média do novo coronavírus de acordo com a faixa etária é:
    • 14,8% nos pacientes com 80 anos ou mais.
    • 8% entre as idades de 70 a 79 anos.
    • 3,6% para pessoas de 60 a 69 anos.
    • 1,3% para 50 a 59 anos.
    • 0,4% para a faixa etária de 40 a 49 anos.
    • 0,2% para pessoas de 10 a 39 anos.
    • 0% para pessoas até 9 anos.

    Em Portugal, onde o sistema de saúde não mostra sinais de colapso, até 13 de Abril ainda não foi registrada nenhuma morte em pacientes com menos de 39 anos e apenas 6 óbitos em pacientes entre 40 e 49 anos (0,2% de mortalidade).

    Quando suspeitar de infecção pelo coronavírus?
    Consideramos casos suspeitos de Covid-19 quado o paciente apresenta as duas seguintes características:
    • Febre e sintomas de doença respiratória baixa, como tosse e dificuldade em respirar.
    • Residir ou ter história de viagem a cidades onde o vírus circula entre a população nos últimos 14 dias

    antes do início dos sintomas OU contato próximo com uma pessoa que está sob investigação para Covid-19 enquanto essa pessoa estava doente nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas.

    O Coronavírus é mais grave que a gripe (vírus influenza)?
    Se a pergunta for em relação ao Covid-19, a resposta é um sonoro sim. Mas vamos começar falando de todos os tipos de Coronavírus e de Influenza.

    A resposta depende de qual Coronavírus e qual Influenza estamos comparando. Também depende se estamos falando em taxa de mortalidade ou número absoluto de mortes.

    O atual vírus Influenza que tem circulado no mundo entre 2019 e 2020 apresenta taxa de mortalidade de apenas 0,05%, bem mais baixa que os 3 a 4% do SARS-CoV-2.

    Em 2019, nos EUA, a gripe infectou cerca de 30 milhões de pessoas e levou 46 mil ao óbito. Em menos de 2 meses, e com intensa quarentena da população, a Covid já infectou mais de 560 mil pessoas e levou mais de 22 mil ao óbito.

    Na época do surto de gripe A (H1N1) em 2009, a taxa de mortalidade chegou perto dos 2%, cerca da metade do atual surto de SARS-CoV-2. Já a gripe espanhola de 1918 teve uma taxa de letalidade de 8% e infectou mais de 500 milhões de pessoas.

    Se formos ver a taxa de mortalidade dos coronavírus comuns que provocam resfriado, ela é tão baixa que é até difícil encontrar dados confiáveis sobre o assunto. Portanto, surtos devem ser comparados com surtos e infecções comuns com infecções comuns.

    Outro dado importante é a mortalidade em crianças. O SARS-CoV-2 tem sido bem agressivo com pacientes idosos, mas bastante benigno nas crianças, com nenhuma morte registrada até o momento na maioria dos países. O vírus da gripe não tem esse comportamento tão “dócil” com as crianças, principalmente os bebês.

    Para finalizar, devemos levar em conta também a existência de vacina e de medicamentos eficazes contra a gripe. O Coronavírus até o momento não dispõe de nenhum dos dois.

    No momento, como estamos em plena pandemia de SARS-CoV-2 e a sua mortalidade é relativamente alta em idosos e pessoas debilitadas, o Covid-19 do ponto de vista de saúde pública é uma doença bem mais perigosa que a gripe comum. Talvez, mais perigosa que qualquer outra doença atualmente, devido a sua elevada taxa de transmissão e rápida propagação.

    Diagnóstico
    O coronavírus pode ser identificado laboratorialmente através da coleta de amostras de secreção da nasofaringe. O método mais utilizado atualmente é o RT-PCR (reação em cadeia da polimerase com transcriptase reversa).

    Tratamento
    Não há tratamento disponível para infecções por coronavírus. O tratamento utilizado é apenas sintomático, com controle da febre e das dores. Na imensa maioria dos casos, a doença cura-se sozinha após alguns dias.

    Pacientes com quadros mais graves e suspeita de pneumonia precisam ser internados para receber cuidados de suporte. Alguns pacientes evoluem com insuficiência respiratória e precisam de intubação orotraqueal e ventilação mecânica.

    Vários antivirais, como lopinavir e ritonavir, e outros agentes, como a cloroquina ou a hidroxicloroquina, estão sendo usados em vários pacientes graves, mas a eficácia desses medicamentos ainda não foi devidamente comprovada.

    O que podemos dizer é que nenhum deles apresentou até o momento sinais de serem realmente um tratamento efetivo para o vírus.

    Cloroquina ou hidroxicloroquina
    A cloroquina ou a hidroxicloroquina são fármacos usados há décadas no tratamento da malária e dos sintomas articulares do lúpus e da artrite reumatoide. Ambos têm sido usados de forma experimental no tratamento dos casos mais graves de Covid-19 desde o início da epidemia na China.

    Apesar de apresentarem ação antiviral em estudos invitro, especialmente a hidroxicloroquina, ainda não há dados suficientes que comprovem sua eficácia no tratamento do Covid-19 em humanos. Os poucos estudos disponíveis apresentam importantes problemas metodológicos e foram realizados com um número pequeno de pacientes.

    Apesar dos dados clínicos limitados, dada a relativa segurança do uso a curto prazo da hidroxicloroquina, alguns médicos consideram razoável o uso do medicamento em pacientes hospitalizados com risco grave.

    É importante destacar, porém, que a hidroxicloroquina não é um fármaco que cura a infecção nem previne a morte nos pacientes graves. Ela parece ter alguma eficácia, mas está longe de ser uma droga que vá mudar a história da epidemia.

    Na verdade, ainda nem sequer sabemos se o medicamento faz bem ou mal nos casos de covid. Há alguns novos estudos sendo publicados que sugerem aumento da mortalidade nas doses mais altas e ausência de benefício com doses baixas. Sem grandes estudos, é impossível afirmar qualquer coisa.

    Lopinavir-ritonavir
    A combinação desses dois antivirais, utilizados há anos no tratamento dos pacientes com HIV, chegou a ser utilizado por vários países como tratamento experimental, mas estudos publicados recentemente mostraram que esses fármacos apresentam pouca ou nenhuma eficácia contra o SARS-CoV-2 .

    Remdesivir
    Há diversos medicamentos em estudo, mas um deles, chamado Remdesivir, é a grande aposta do momento. Estudos em invitro e em animais tiveram sucesso. A droga agora está em estudos em seres humanos. Há dois grandes estudos em curso. Um com 400 pacientes com Covid grave e outros com 600 pacientes com Covid moderado.

    Os resultados saem em maio, porém se o medicamento for realmente bom, o estudo pode ser interrompido antes da hora para que o fármaco seja liberado.

    No site clinicaltrials.gov do Departamento de Saúde dos EUA é possível acompanhar os principais estudos sobre o covid-19 em andamento: https://clinicaltrials.gov/ct2/results?cond=COVID-19

    Prevenção
    Ainda não existem vacinas disponíveis contra a infecção por coronavírus humano. A prevenção, portanto, resume-se aos cuidados pessoais para reduzir o risco de contágio, incluindo:
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos (leia: Por que lavar as mãos é importante para evitar infecções?).
  • Se não houver água e sabão disponíveis, uma alternativa é usar soluções alcoólicas para higienização das mãos, como álcool gel (sim, funciona, não acredite em boatos da Internet).
  • Evitar tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas com sintomas respiratórios. Pelo menos 2 metros de distância é recomendado.
  • Evitar viajar para áreas onde estejam ocorrendo surtos.
  • Em cidades onde o vírus esteja comprovadamente circulando, evite aglomerações de pessoas, principalmente em locais fechados. Fique em casa o máximo possível.
  • Locais públicos onde as pessoas tocam com as mãos devem ser frequentemente limpos com álcool 70% ou água sanitária (lixívia).


  • Esperamos que as primeiras vacinas com eficácia comprovada estejam disponíveis a partir de Maio ou Junho.

    Dúvidas comuns
    As máscaras são eficazes na prevenção do coronavírus?
    Apenas parcialmente. O vírus pode ser transmitido por gotículas das vias respiratórias e as máscaras ajudam nessa situação.

    É importante salientar que as máscaras cirúrgicas comuns dificultam a transmissão por parte de quem as usa. Ela não impede que você se contamine, ela impede que você contamine os outros.

    Mãos infectadas costumam ser a principal via de contágio nesse tipo de virose. Se você contaminar suas mãos e depois for comer ou coçar os olhos, boca ou nariz, o vírus pode ser adquirido. Não importa se você usa máscaras ou não.

    Existem máscaras faciais específicas para uso médico, que efetivamente previnem a contaminação, mas essas não são comercializada normalmente nas farmácias.

    Não há evidências de que o uso de mascaras faciais por pessoas saudáveis seja uma estratégia eficaz para reduzir a contaminação. A máscara deve ser utilizada apenas em pessoas com infecção comprovada ou suspeita.

    Recentemente a OMS tem discutido se o uso de máscara de forma indiscriminada para a população poderia ser uma forma de reduzir a transmissão dos casos assintomáticos. Alguns países têm adotado essa estratégia, mas a real eficácia ainda é desconhecida.

    Meu animal de estimação pode transmitir o coronavírus?
    Há raros casos relatados de contaminação de animais domésticos, como cães e gatos. Porém, os animais permanecem assintomáticos e não há evidências de que eles possam transmitir o vírus para seres humanos.

    Estudos realizados com inoculação voluntária do vírus nos focinhos de gatos e cães mostrou que os primeiros podem adquirir a doença, principalmente se forem filhotes.

    O experimento porém foi realizado com grande carga de vírus e a contaminação foi feita de forma muito pouco natural. É pouco provável que em condições naturais, os animais domésticos sejam um problema.

    Posso morrer se pegar o coronavírus Covid-19?
    Pode. A taxa de mortalidade encontra-se ao redor de 4%, ou seja, cerca de 4 em cada 100 pessoas infectadas acaba falecendo. Idosos e pacientes com doenças cardíacas, pulmonares ou do sistema imunológico são aquelas com maior risco de óbito. Porém, há também casos de morte em adultos saudáveis.

    A epidemia na China começou por causa da sopa de morcego?
    Não. O RNA do vírus é semelhante ao de 2 coronavírus que circulam em morcegos, mas a forma como os primeiros humanos foram infectados ainda não foi esclarecida.

    O novo coronavírus é uma arma biológica desenvolvida pela China?
    Não. As análises genéticas do vírus mostram que ele é uma mutação de um subtipo do vírus que está amplamente distribuído na natureza. Esse atual coronavírus é estruturalmente semelhante ao que circula entre cobras na China.

    Essa também não é a primeira vez que vírus “saltam” de uma espécie para outra. A última pandemia de gripe foi causada por um vírus Influenza que circulava inicialmente em porcos, daí ter sido chamada à época de gripe suína.

    Já há estudos comprovando que o Covid-19 é resultado de seleção natural e não de manipulação genética artificial.

    Existe vacina contra o coronavírus?
    Até o momento, não. E vacinas contra gripe, pneumococos ou Haemophilus influenza tipo B (Hib) não são efetivas contra o Coronavírus.

    Comer alho pode ajudar a prevenir a infecção pelo novo Coronavírus?
    Não há nenhuma evidência de que o alho ou qualquer outro tipo de alimento tenha efeito protetor.

    Secadores de cabelo ou de mãos em banheiros públicos matam o Coronavírus?
    Não, o calor dos secadores é insuficiente para matar qualquer tipo de vírus.

    Tratamentos homeopáticos funcionam contra o Coronavírus?
    Não, não existe nenhum estudo que comprove a eficácia da homeopatia ou qualquer outro tipo de medicina alternativa contra o Coronavírus.

    Óleo de gergelim é eficaz contra o Coronavírus?
    Não, como já referido, não existe nenhuma evidência sobre a eficácia de qualquer tipo de alimento ou tratamento alternativo.

    Antibióticos são eficazes contra o SARS-CoV-2?
    Não, antibióticos são fármacos utilizados no tratamento de doenças provocadas por bactérias. O Coronavírus é um vírus. Antibióticos não são eficazes contra vírus.

    O Coronavírus é menos perigoso em países quentes?
    Provavelmente sim, porém não o suficiente para impedir que ocorram epidemias. O Brasil, por exemplo, tem apresentado crescimento acelerado do número de casos, comprovando que o clima sozinho não é capaz de deter o vírus.

    Qual é a diferença entre distanciamento social, isolamento e quarentena?
    Isolamento é utilizado em pessoas sabidamente infectadas para que não contagiem outros cidadãos. O isolamento pode ser feito nos hospitais ou em casa, se houver condições e o estado clínico do paciente permitir.

    A quarentena é utilizada em indivíduos que imaginamos estarem saudáveis, mas que possam ter estado em contacto com um paciente sabidamente infectado. Estes devem ficar 14 dias reclusos em casa.

    Distanciamento social é feito nas pessoas saudáveis que não tiveram contato com infectados, de forma a impedir que as mesmas possam ser contaminadas. O distanciamento é feito em casa por tempo indeterminado até que a cadeia de transmissão do vírus seja interrompida.

    Autor:  DR. PEDRO PINHEIRO - Mais Informações Fonte - www.mdsaude.com


 Depressão - Sintomas, Tratamento e Causas

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O que é depressão?
A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com distúrbios de depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

Por isso, o acompanhamento médico é imprescindível o tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.

A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença.

Tristeza x Depressão
Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Já a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve, moderada e grave.

Geralmente a pessoa pode apresentar dois ou mais dos seguintes sintomas:
  • Apatia
  • Falta de motivação
  • Medos que antes não existiam
  • Dificuldade de concentração
  • Perda ou aumento de apetite
  • Alto grau de pessimismo
  • Indecisão
  • Insegurança
  • Insônia
  • Falta de vontade em fazer atividades antes prazerosas
  • Sensação de vazio
  • Irritabilidade
  • Raciocínio mais lento
  • Esquecimento
  • Ansiedade
  • Angústia.

Além disso, o indivíduo pode apresentar alguns sintomas físicos que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:
  • Dores de barriga
  • Má digestão
  • Azia
  • Constipação
  • Flatulência
  • Tensão na nuca e nos ombros
  • Dores de cabeça
  • Dores no corpo
  • Pressão no peito.

Estes são alguns dos indícios da depressão. Mas, se houver dúvida, procure um especialista para ter um diagnóstico e tratamento corretos. Não tenha medo ou vergonha de expressar o que realmente está sentindo e vivenciando, pois esses profissionais irão se basear nestes dados para poderem prescrever um tratamento e a partir daí, o paciente voltar a ter qualidade de vida, com alegria e bem estar.

Relação entre o suicídio e a depressão
O suicídio e depressão são muito relacionados. Contudo, nem todas as pessoas que apresentam um transtorno depressivo têm o risco de cometer suicídio.

A tendência a tirar a própria vida está relacionada a alguns fatores, sendo os mais importantes os seguintes:
  • A gravidade do quadro depressivo: nos quadros depressivos graves, a porcentagem de tentativa de suicídio é muito mais elevada;
  • O uso de álcool e drogas: que podem causar estados depressivos pós uso e são extremamente graves, pois potencializam estados depressivos já existentes;
  • Situações existenciais pessoais com uma somatória de fatores: idade, presença de uma doença crônica ou terminal, desesperança.

Presença de traumas psicológicos como os abusos sexuais infantis. Qualquer pessoa que tenha um agravamento muito severo de um quadro depressivo, a ponto de não querer mais viver (mesmo que não mencione se matar), é um candidato em potencial ao suicídio.

A depressão é uma doença multicausal e bastante complexa. Vários são os fatores que podem agravá-la a ponto de levar uma pessoa a tirar a própria vida:
  • A dificuldade ou recusa em buscar ajuda ou tratamento: a doença vai tendo uma evolução progressiva levando o indivíduo à total falta de energia;
  • Doenças orgânicas: Parkinson, algumas doenças reumáticas, alguns tipos de tumores, entre outras doenças, podem produzir como consequências físicas e psíquicas um estado depressivo muito intenso. Situações de perda muito intensas, que produzam uma verdadeira ruptura de valores do indivíduo. É como se ele perdesse (ou fosse perder) tudo que significa ou dá sentido a sua vida. Não tendo outros valores para continuar vivendo, tira sua vida.


Tipos
  • Episódio depressivo

    Um episódio depressivo costuma ser classificado como um período de tempo em que a pessoa apresenta uma alteração em seu comportamento.uma pessoa passando por um episódio depressivo apresenta sintomas da síndrome depressiva, como;

    • Humor deprimido
    • Falta de energia
    • Falta de iniciativa e vontade
    • Falta de prazer
    • Alteração do sono
    • Alteração do apetite
    • Lentificação do pensamento
    • Lentificação motora.

    Estes quadros tendem a ter uma duração mais curta, de até seis meses, sem uma intensificação dos sintomas.

  • Episódio depressivo maior

    Se uma pessoa começa a ter quadros depressivos recorrentes ou mantém os sintomas de depressão por mais de seis meses com uma intensificação do quadro, pode-se considerar que ela esteja passando por um transtorno depressivo maior. Normalmente o transtorno depressivo maior é um quadro mais grave e também tem grande relação com a herança genética. Nele há uma mudança química no funcionamento do cérebro, que pode ser desencadeada por uma causa física ou emocional.

  • Depressão bipolar

    As fases de depressão dentro do transtorno bipolar também são consideradas um subtipo de depressão. Os sintomas apresentados na fase de depressão são os mesmos de um episódio depressivo. Já nas fases de euforia, o paciente pode apresentar sintomas como:

    • Agitação
    • Ocupação com diversas atividades
    • Obsessão com determinados assuntos
    • Aumento de impulsividade
    • Aumento de energia
    • Desatenção
    • Hiperatividade.

  • Distimia

    Distimia é uma forma crônica de depressão, porém menos grave do que a forma mais conhecida da doença. Com a distimia, os sintomas de depressão podem durar um longo período de tempo - muitas vezes, dois anos ou mais.

    O paciente com distimia pode perder o interesse nas atividades diárias normais, se sentir sem esperança, ter baixa produtividade, baixa autoestima e um sentimento geral de inadequação. As pessoas com distimia são consideradas excessivamente críticas, que estão constantemente reclamando e são incapazes de se divertir. Entenda melhor sobre a distimia!

  • Depressão atípica

    Normalmente os quadros de depressão costumam ser melancólicos, em que o paciente apresenta principalmente tristeza e pensamentos de morte, desesperança e inutilidade. A depressão pode ser atípica quando há predomínio de falta de energia, cansaço, aumento excessivo de sono e o humor apático.

  • Depressão sazonal

    O maior exemplo de depressão sazonal são os episódios de tristeza relacionados ao inverno, que ocorrem devido à baixa exposição à luz solar.

    Existem outros tipos de depressões sazonais, ligadas à épocas do ano, por exemplo, durante as festas de final de ano onde os níveis de estresse acabam aumentando.

    Fique atento com períodos de tristeza de desânimo que acontecem em períodos épocas específicas - sempre que está frio ou sempre próximo de uma data específica, por exemplo.

  • Depressão pós-parto

    A depressão pós-parto ocorre logo após o parto. Os sintomas incluem tristeza e desesperança. Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que se desvanecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez. No entanto, algumas mães experimentam esses sintomas com mais intensidade, dando origem à depressão pós-parto.

  • Depressão psicótica

    A depressão psicótica alia os sintomas de tristeza a outros menos típicos, como delírios e alucinações. Este é considerado um tipo de depressão grave, mas costuma ser raro. No entanto, qualquer pessoa pode desenvolvê-lo, e não só quem tem histórico de psicoses na família.


Causas
A depressão é na realidade uma ampla família de doenças, por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.

Fatores de risco
Alguns fatores podem facilitar o aparecimento dessa patologia. Veja aqui os gatilhos mais comuns da depressão:
  • Neurotransmissores alterados - Fatores genéticos - Doenças crônicas - Eventos traumáticos na infância ou mesmo vida adulta - Abuso de substâncias, como álcool, cigarro e drogas ilícitas - Medicamentos e seus efeitos colaterais - Acúmulo de estresse.


Sintomas de Depressão
São sintomas de depressão:
  • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
  • Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas;
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis;
  • Desinteresse, falta de motivação e apatia
  • Falta de vontade e indecisão
  • Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio;
  • Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.
  • A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo
  • Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento;
  • Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido;
  • Perda ou aumento do apetite e do peso
  • Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo);
  • Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.


Buscando ajuda médica
É perfeitamente normal sentir-se triste, chateado ou infeliz com situações estressantes da vida. Contudo, pessoas com depressão experimentam essas sensações constantemente durante por anos. Isso pode interferir nos relacionamentos, trabalho e atividades diárias.

Se você apresenta os sintomas de depressão e acredita que isso esteja atrapalhando duas atividades e modo de vida, busque ajuda. Se não tratada efetivamente, a depressão pode progredir para algo mais grave, como as tentativas de suicídio.

Como perceber que uma pessoa com depressão pode estar próxima do suicídio?
Geralmente a pessoa manda uma série de sinais através do comportamento, mas que nem sempre são percebidos ou então não são levados a sério. Qualquer pessoa que tenha um agravamento muito severo de um quadro depressivo, a ponto de não querer mais viver (mesmo que não mencione se matar), é um candidato em potencial ao suicídio. Se nessa situação falar que quer morrer deve ser levado a sério, pois muitos que ameaçam o suicídio realmente fazem a tentativa, às vezes não por vontade de se suicidarem propriamente, mas simplesmente por estarem cansados de viver.

diagnóstico e exames
Na consulta médica
Especialistas que podem diagnosticar a depressão são:
  • Clínico geral
  • Psiquiatra
  • Psicólogo.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar. O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quais são seus sintomas e o quão severos eles são?
  • Como estes sintomas impactam no seu dia a dia?
  • Você se sente deprimido na maior parte do dia?
  • Quando você começou a notar que estava depressivo?
  • Você já pensou em morte ou suicídio?
  • Seus sentimentos de depressão são ocasionais ou contínuos?
  • O que parece aumentar sua tristeza?
  • Você já passou por alguma experiência traumática?
  • Você tem ou já teve outras condições de saúde física ou mental?
  • Você usa algum medicamento?
  • Você tem histórico familiar de depressão?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para ansiedade, algumas perguntas básicas incluem:

  • Qual é a causa mais provável para minha depressão?
  • Existem outros fatores que podem estar piorando minha depressão?
  • Eu preciso ver outro médico ou um psicólogo/psiquiatra?
  • Que tipo de terapia pode me ajudar?
  • Medicamentos podem me ajudar?
  • Posso fazer algum tipo de terapia complementar?
  • Além do tratamento, o que posso fazer para ajudar a diminuir minha depressão?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Depressão
O diagnóstico é feito com base nos sintomas apresentados, em como a pessoa se apresenta fisicamente e emocionalmente no momento e em uma breve análise do seu histórico de vida e familiar.

Além disso, a depressão é classificada de acordo com a sua intensidade - leve, moderada ou grave. (7) Portanto, o especialista precisa fazer uma avaliação para entender que condições podem estar levando você a ter depressão.

Exames
ara excluir a possibilidade de doenças físicas, podem ser pedidos exames como:
  • Exame físico durante a consulta
  • Exame de sangue
  • Exames neurológicos.

Tratamento de Depressão

Como se trata de uma família grande de “depressões” com múltiplas causalidades,; antes de se iniciar qualquer tratamento é necessário que seja feita uma investigação etiológica rigorosa.

Tenho depressão e agora?
Após o levantamento das causas envolvidas pode-se fazer um planejamento terapêutico adequado. Existem diversas “ ferramentas “ terapêuticas, e a medicamentosa é uma das mais importantes.

Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.

Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios de depressão. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão.

A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar a sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.

Psicoterapia
A terapia com um psicólogo pode ajudar o paciente a entender os fatores do dia a dia que desencadeiam a depressão, reduzir seus sintomas e trabalhar os eventos que o levaram a desenvolver este problema.
Mais Informações Fonte - www.minhavida.com.br




 H1N1

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O que é Gripe H1N1? A gripe H1N1 consiste em uma doença causada por uma mutação do vírus da gripe. Também conhecida como gripe Influenza tipo A ou gripe suína, ela se tornou conhecida quando afetou grande parte da população mundial entre 2009 e 2010. Os sintomas da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma. O problema da gripe H1N1 é que ela pode levar a complicações de saúde muito graves, podendo levar os pacientes até mesmo à morte.

Causas

As primeiras formas do vírus H1N1 foram descobertas em porcos, mas as mutações conseguintes o tornaram uma ameaça também aos seres humanos. Como todo vírus considerado novo, para o qual não costumam existir métodos preventivos, o vírus mutante da gripe H1N1 espalhou-se rapidamente pelo mundo. A transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, por meio de secreções respiratórias, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Após ser infectada pelo vírus, uma pessoa pode demorar de um a quatro dias para começar a apresentar os sintomas da doença. Da mesma forma, pode demorar de um a sete dias para ser capaz de transmiti-lo a outras pessoas. É importante ressaltar que, assim como a gripe comum e outras formas da doença, a gripe H1N1 também é altamente contagiosa.

Fatores de risco

A gripe H1N1, como qualquer gripe, pode afetar pessoas de todas as idades, mas, no período em que houve a pandemia, notou-se que o vírus infectou mais pessoas entre os cinco e os 24 anos. Foram poucos os casos de gripe H1N1 relatados em pessoas acima dos 65 anos de idade. Gestantes, doentes crônicos, crianças pequenas, pessoas com obesidade e com outros problemas respiratórios também estão entre os grupos mais vulneráveis para gripe H1N1. Os demais fatores de risco seguem a mesma linha daqueles enumerados para outros tipos de grupo. Permanecer em locais fechados e com um aglomerado de pessoas, levar as mãos à boca ou ao nariz sem lavá-las antes e permanecer em contato próximo com uma pessoa doente são os principais fatores que podem aumentar os riscos de uma pessoa vir a desenvolver gripe H1N1.

Sintomas de Gripe H1N1

Os sinais e sintomas da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum, mas podem ser um pouco mais graves e costumam incluir algumas complicações também. Veja:
  • • Febre alta
  • • Tosse
  • • Dor de cabeça
  • • Dores musculares

  • • Falta de ar
  • • Espirros
  • • Dor de garganta
  • • Fraqueza
  • • Coriza
  • • Congestão nasal
  • • Náuseas e vômitos
  • • Diarréia.
    As complicações decorrentes da gripe H1N1 são comuns em pessoas jovens, o que é bastante difícil de acontecer em casos de gripe comum. A insuficiência respiratória é um sintoma frequente da gripe H1N1 que não é devidamente tratada. Em casos graves, ela pode levar o paciente à morte.

    Na consulta médica

    Especialistas que podem diagnosticar gripe H1N1 são:
  • • Clínico geral
  • • Infectologista
  • • Pneumologista
    Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
    O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • • Quais são seus sintomas?
  • • Quando seus sintomas surgiram?
  • • Você manteve contato próximo com alguém que estava doente?
  • • Você esteve recentemente em locais fechados ou com aglomerados de pessoas?
  • • Você sente falta de ar? Com que freqüência?
  • • Você tomou vacina para gripe H1N1?

    Tratamento de Gripe H1N1

    A maioria dos casos de gripe H1N1 foi sanada completamente sem a necessidade de internação hospitalar ou do uso de antivirais. Em alguns casos, no entanto, o uso de medicamentos e a observação clínica são necessários para garantir a recuperação do paciente.

    Complicações Possíveis

    A principal complicação decorrente de gripe H1N1 consiste em crises de insuficiência respiratória, que podem levar o paciente a óbito se não forem tratadas imediatamente e em caráter de urgência. Prevenção A prevenção de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:
  • • Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada
  • • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levar as mãos ao rosto e, principalmente, à boca
  • • Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos sempre estejam esterilizadas
  • • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas. Beba bastante água
  • • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros
  • • Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar
  • • Evite freqüentar locais fechados ou com muitas pessoas
  • • Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

    Vacinação

    Outro método muito importante que também deve ser tomado è a vacinação. A vacinação normalmente é oferecida na rede pública para pessoas dentro dos grupos de risco, ou seja:
  • • Crianças entre 6 meses e 5 anos
  • • Idosos acima de 60 anos
  • • Gestantes
  • • Portadores de doenças crônicas, como bronquite e asma.

    Quem não se encaixa nesses grupos, mas quer se prevenir, deve buscar a vacina em clínicas particulares. Fontes de referência:
  • • Ministério da Saúde
  • • Organização Mundial da Saúde
  • Adriane Gaida - Técnica em Enfermágem




     Dengue

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    O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do Aedes aegypti, um mosquito diurno que se multiplica em depósitos de água parada acumulada nos quintais e dentro das casas.
    Existem 4 tipos diferentes desse vírus: os sorotipos 1, 2, 3 e 4. Todos podem causar as diferentes formas da doença.
    Observação importante: Depois de muitos anos sem registro de nenhum caso de contaminação, o sorotipo 4 voltou a circular em alguns estados do Brasil. Especialmente as crianças e os jovens não desenvolveram imunidade contra ele. Por isso e para evitar a dispersão desse vírus, o Ministério da Saúde determinou que todos os casos suspeitos de dengue 4 sejam considerados de comunicação compulsória às autoridades sanitárias no prazo de 24 horas.

    Sintomas:
    A grande maioria das infecções é assintomática. Quando surgem, os sintomas costumam evoluir em obediência a três formas clínicas: dengue clássica, forma benigna, similar à gripe; dengue hemorrágica, mais grave, caracterizada por alterações da coagulação sanguínea; e a chamada síndrome do choque associado à dengue, forma raríssima, mas que pode levar à morte, se não houver atendimento especializado.
    a) Dengue clássica
    Nos adultos, a primeira manifestação é a febre alta (39º a 40º), de início repentino, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo (exantema) e coceira. Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sintomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de prostração e fraqueza durante algumas semanas.
    Nas crianças, o sintoma inicial também é a febre alta acompanhada apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarreia. O exantema pode estar presente ou não.
    b) Dengue hemorrágica
    As manifestações iniciais da dengue hemorrágica são as mesmas da forma clássica. Entretanto, depois do terceiro dia, quando a febre começa a ceder, aparecem sinais de hemorragia, como sangramento nasal, gengival, vaginal, rompimento dos vasos superficiais da pele (petéquias e hematomas), além de outros. Em casos mais raros, podem ocorrer sangramentos no aparelho digestivo e nas vias urinárias.
    c) Síndrome do choque associado à dengue
    O potencial de risco é evidenciado por uma das seguintes complicações: alterações neurológicas (delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia), sintomas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva, derrame pleural. As manifestações neurológicas, geralmente, surgem no final do período febril ou na convalescença.
    Diagnóstico:
    O diagnóstico de certeza da dengue é laboratorial. Pode ser obtido por isolamento direto do vírus no sangue nos 3 a 5 dias iniciais da doença ou por exames de sangue para detectar anticorpos contra o vírus (testes sorológicos).
    A prova do laço está indicada nos casos com suspeita de dengue, porque avalia a fragilidade capilar e pode refletir a queda do número de plaquetas.
    Vacina
    Uma vacina contra os quatro tipos da dengue, desenvolvida a partir de uma cepa do vírus vivo, geneticamente modificado, está sendo testada em humanos. Até o momento os voluntários não apresentaram reações adversas.
    Tratamento
    Não existe tratamento específico contra o vírus da dengue. Tomar muito líquido para evitar desidratação e utilizar medicamentos para baixar a febre e analgésicos são as medidas de rotina para aliviar os sintomas.
    Pacientes com dengue, ou com suspeita da doença, precisam de assistência médica. Sob nenhum pretexto, devem recorrer à automedicação, pois jamais podem usar antitérmicos que contenham ácido acetilsalecílico (AAS, Aspirina, Melhoral, etc.), nem anti-inflamatórios (Voltaren, diclofenaco de sódio, Scaflan), que interferem no processo de coagulação do sangue.
    Recomendações
    * Dengue é uma doença que pode evoluir rapidamente da forma clássica para quadros de maior gravidade;
    * A pessoa só desenvolve imunidade para o tipo de vírus que contraiu e pode infectar-se com outro sorotipo, o que aumenta o risco de doença hemorrágica;
    * A identificação precoce dos casos de dengue é de importância fundamental para o controle das epidemias;
    * Combater os focos do mosquito transmissor é a única maneira de prevenir a transmissão da doença.
    Fonte - drauziovarella.com.br





     As 4 Doenças Cardiovasculares Que Mais Matam

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    Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as doenças cardiovasculares são as principais causas mundiais de morte. No Brasil, 300 mil pessoas morrem anualmente, ou seja, um óbito a cada dois minutos é causado por esse tipo de enfermidade.

    Embora fatores não modificáveis, como predisposição genética, contribuam para a ocorrência de tais doenças, para o cardiologista Leonardo Spencer, do Hospital do Coração do Brasil, em Brasília, essas estatísticas podem ser explicadas principalmente pelos maus hábitos de vida da população. "Alimentação não balanceada, rica em gordura saturada, aliada ao sedentarismo, ao sobrepeso, à hipertensão, ao diabetes e ao tabagismo, por exemplo, aumenta consideravelmente o risco de o indivíduo ter um problema cardíaco no futuro".

    Várias enfermidades estão no guarda-chuva das doenças cardiovasculares. O dr. Leonardo Spencer enumera as 4 que mais levam a óbito no Brasil.

    1. Infarto agudo do miocárdio

    O infarto agudo do miocárdio é provocado pela falta de sangue e oxigênio no músculo cardíaco, devido à obstrução da artéria coronária, levando ao quadro de dor no peito, sudorese, falta de ar e mal estar. Ao sinal dos primeiros sintomas, a busca por ajuda é crucial, pois a cada minuto que passa o risco de óbito aumenta em 10%.

    2. Doença vascular periférica

    Decorre do depósito de gordura com obstrução das artérias periféricas do corpo. Nos membros inferiores, por exemplo, ocorre redução do fluxo de sangue para as pernas, com queixas de dor e de dificuldade para caminhar associadas à queda da temperatura local com dormência.

    3. Acidente vascular cerebral

    As placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos cerebrais podem obstruir um vaso cerebral intracraniano, levando ao quadro de dor de cabeça, tontura e paralisia de um braço, perna e face. Dependo da extensão da lesão, pode comprometer a fala e os processos neurológicos. O socorro imediato pode diminuir as sequelas e a chance de óbito.

    4. Morte Súbita

    Compreende o quadro de óbito de forma súbita, ou seja, quando não há chance de socorro, sendo causado, principalmente, pelo infarto agudo do miocárdio. Adriane Gaida - Técnica em Enfermágem






     Câncer de Bexiga - Sintomas e Tratamento

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    A bexiga possui uma camada que "forra" o órgão por dentro, que chamamos de urotélio. O urotélio está em contato com a urina que se acumula na bexiga para ser expelida. Portanto, as células que formam esse urotélio estão expostas a todas as substâncias que o corpo elimina através da urina, como consequência do metabolismo daquilo que se coloca para dentro do corpo através da alimentação e do ar que se respira. O câncer da bexiga é uma consequência da transformação do urotélio, que passa a se proliferar de forma anormal e ganha a capacidade de invadir o órgão e até, em alguns casos, circular pelo corpo e produzir tumores em outras partes do corpo (chamado de metástase).

    Quais são os fatores de risco?
    O principal fator de risco para o câncer de bexiga é o uso de cigarro. O ato de fumar aumenta em três vezes o risco de desenvolver o câncer da bexiga comparado com aqueles que não fumam. Outros fatores de risco são a exposição a produtos químicos principalmente para aqueles que trabalham inalando esses produtos; a idade, já que o risco é maior nas pessoas mais velhas e também o gênero, já que os homens são muito mais acometidos que as mulheres. Pessoas que têm inflamação crônica na bexiga também tem um risco maior de desenvolver o câncer. Isso ocorre, por exemplo, naqueles que usam sondas vesicais por muito tempo.

    Quais são os sinais e sintomas?
    O principal sinal relacionado ao câncer da bexiga é o sangramento na urina. O sangue "vivo" na urina deve ser investigado, mesmo que ele pare espontaneamente. Nem todo mundo que sangra na urina tem câncer de bexiga, mas é necessário descartar essa hipótese caso esse sinal ocorra. Alguns casos podem ter dor ou ardência ao urinar e urgência para urinar. Como prevenir este tipo de câncer? A melhor maneira de prevenir este tipo de câncer é evitar a exposição aos fatores de risco para a doença. Não consumir tabaco e usar os equipamentos de proteção individual (para quem trabalha diariamente com produtos químicos).

    Como é o tratamento?
    O tratamento depende do quanto à doença penetrou na bexiga e se há metástase ou não. Quando a doença está apenas no órgão e não afeta o músculo da bexiga, o tratamento é feito com a "raspagem" da lesão através de um endoscópio colocado pela uretra (o canal por onde sai a urina), muitas vezes seguido da aplicação de uma substância para ativar a imunidade local. Quando a doença está só na bexiga, mas já invade o músculo da bexiga, pode ser necessário retirá-la por meio de uma cirurgia, ou então pode-se combinar a quimioterapia e a radioterapia para se evitar a cirurgia. Entretanto, quando a doença já tem metástase, a cura não é mais possível e o objetivo do tratamento passa a ser frear o avanço da doença através do uso de quimioterapia. Adriane Gaida - Técnica em Enfermágem






     CURIOSIDADES SOBRE AS DOENÇAS HUMANAS

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    Cerca de metade das doenças humanas são provocadas por bactérias. Essas infecções ocorrem geralmente pela inalação ou ingestão de tais organismos; e suas manifestações são variadas. Pele, sistema respiratório e sistema digestório são algumas das regiões que podem ser acometidas. A prevenção da maioria dessas doenças pode ser feita por meio da vacinação e adoção de medidas específicas, como lavar as mãos com frequência, e lavar e/ou ferver os alimentos antes de ingeri-los.

    Alguns fungos do Gênero Penicillium possuem a capacidade de eliminar bactérias. Graças a isso, a penicilina tornou-se um eficaz meio de se curar doenças que, outrora, eram mortais; e serviu de ponto de partida para a criação de novos antibióticos.

    É importante lembrar que, no entanto, tais remédios, quando mal administrados, podem provocar a seleção de bactérias mais resistentes, possibilitando a piora do quadro da pessoa acometida, e também o surgimento de "superbactérias". Por esse motivo é que os antibióticos só devem ser utilizados quando são solicitados pelos médicos, nas doses e com a frequência de uso indicada.

    Em razão do abuso no uso dessas substâncias, em 26/10/2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, publicou uma resolução estabelecendo critérios para sua prescrição e comercialização. Dentre outras disposições, a resolução obriga a venda de antibióticos somente sob prescrição médica, em receita de duas vias, na qual uma delas fica retida na farmácia.

    Considerando todos os aspectos expostos, essa seção tem como objetivo fornecer um bom acervo sobre as doenças bacterianas, auxiliando tanto em pesquisas escolares quanto para orientação do público em geral. Tais informações podem ser bastante significativas no que diz respeito à sua prevenção. Adriane Gaida - Técnica em Enfermágem






     Quais são os sinais e sintomas do câncer de boca e garganta?

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    Ao identificar a existência de algum dos sintomas abaixo e sua permanência por mais de duas semanas, é indicada a realização de uma consulta com um médico. Nesse caso o médico deverá pedir outros exames, para confirmar ou não o diagnóstico.

    Muitos desses sinais e sintomas podem ser causados por outros tipos de câncer ou por doenças menos graves e benignas. Mas quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores as chances de cura. Veja abaixo os sintomas que você deve ficar atento para prevenir um câncer de boca ou garganta:

    ◊ Ferida na boca sem cicatrização (sintoma mais comum)

    ◊ Dor na boca que não passa (também muito comum, mas em fases mais tardias)

    ◊ Nódulo persistente ou espessamento na bochecha

    ◊ Área avermelhada ou esbranquiçada nas gengivas, língua, amídala ou revestimento da boca

    ◊ Irritação, dor na garganta ou sensação de que alguma coisa está presa ou entalada na garganta

    ◊ Dificuldade ou dor para mastigar ou engolir

    ◊ Dificuldade ou dor para mover a mandíbula ou a língua

    ◊ Inchaço da mandíbula que faz com que a dentadura ou prótese perca o encaixe ou incomode

    ◊ Dentes que ficam frouxos ou moles na gengiva ou dor em torno dos dentes ou mandíbula

    ◊ Mudanças persistentes na voz ou respiração ruidosa

    ◊ Caroços no pescoço

    ◊ Perda de peso

    ◊ Mau hálito persistente Adriane Gaida - Técnica em Enfermágem